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sábado, 20 de fevereiro de 2010

A era dos direitos...

"Como pode um historiador do Ancien Régime não se deixar influenciar quando narra os eventos do seu desenlace final na Grande Revolução? Como pode subtrair-se à tentação de interpretá-los como sinais premonitórios de uma meta preestabelecida e já implícita neles?
O homem é um animal teleológico, que atua geralmente em função de finalidades projetadas no futuro. Somente quando se leva em conta a finalidade de uma ação é que se pode compreender o seu 'sentido'. A perspectiva da filosofia da história representa a transposição dessa interpretação finalista da ação de cada indivíduo para a humanidade em seu conjunto, como se a humanidade fosse um indivíduo ampliado, ao qual atribuímos as características do indivíduo reduzido. O que torna a filosofia da história problemática é precisamente essa transposição, da qual não podemos fornecer nenhuma prova convincente. O importante é quem crê oportuno operar essa transposição, seja ela legítima ou não do ponto de vista do historiador profissional, deve estar consciente de que passa a se mover num terreno que, com Kant, podemos chamar de história profética, ou seja, de uma história cuja função não é cognoscitiva, mas aconselhadora, exortativa ou apenas sugestiva..." (A era dos direitos. Norberto Bobbio; trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Campus, 1992, p. 51).
Uma história: observe a figura do leão?
O que podemos acrescentar?
Para alguns, ornamento em belo jardim. Para outros, uma valorização da natureza conservada pelo homem... Para os comercialinos (equipe tradicional de futebol na minha terra), uma homenagem dos americanos (esse trabalho encontra-se na cidade de Tampa, na Flórida) ao querido Leão do Norte, de grandes tradiçoes...
Exemplos, portanto, da visão dos fatos e da história que se efetiva.